sábado, 16 de maio de 2015

[saúde/alimentação] SURREAL, 20gr de açúcar por iogurte?


​por isso são "tão bonzinhos e as pessoas, crianças, adultos e idosos, adoram-nos ..." Conhecerão ainda, os mais velhos, o sabor original, ácido/amargo, do iogurte natural??? O que a indústria alimentar não diz, nem o marketing o permite, é que o açúcar altera o Ph dos intestinos "matando" as #bifidobactérias, além da sobregarga que induz ao pâncreas causando-lhe um desfalecimento prematuro e daí um passo à obesidade e diabetes. ​


Comer bem até aos 100...


SURREAL

Posted: 14 May 2015 03:25 PM PDT

A quantidade de açúcar presente nos iogurtes, tanto sólidos como líquidos é surreal. Fotografei alguns rótulos para perceberem como é importante olhar para a informação nutricional dos alimentos  embalados. 20 g de açúcar por iogurte equivale a três pacotes daqueles que pomos na bica. É uma quantidade absurda : (




Café poderá proteger de recidivas de cancro da mama

quinta-feira, 7 de maio de 2015

[saude/crescimento pessoal] um outro modo de cura

The simple is the best!, pena que o racional tenha tamanha dificuldade de entender o simples.

Um outro modo de cura


Por muitas vezes temos referido a gratidão como o mais significativo e abrangente dos sentimentos.
Existe no entanto uma faceta da gratidão da qual poucos de nós se apercebem. 
É a forma como recebemos, como assimilamos, usamos, desfrutamos ou aplicamos aquilo que recebemos e que nos levou a ficar grato a alguém ou alguma coisa.
O que recebemos de outrem apenas terá valor acrescentado em conformidade com a nossa qualidade como receptores. Desde um olhar, passando por um sorriso, a palavra de incentivo ou consolo, partilha, ensinamentos, devem ser tomadas como dádivas do céu e passadas adiante.
Da mesma forma que recebemos devemos doar, pois a energia do amor é inesgotável e renova-se e engrandece-se cada vez que fazemos uso dela. Se abrimos a mente e o coração para um ensinamento, um conhecimento, os benefícios que possam advir desse facto, são a excelência da gratidão para nós, e para quem no-lo transmitiu.
Indiferente por quantos receptores passe, a onda cresce, multiplica-se, qualifica-se. Desde os mais simples gestos às maiores dádivas, cada emissor continuará a receber, por ressonância, e para sempre, a essência amorosa do seu gesto.
A excelência da gratidão é uma plataforma de luz que eleva e sustém os que dela usufruem, quem dá e quem recebe.

Receber/Dar/Receber/Dar

Sem interesses ou intenções subjectivas, é o antídoto para toda negatividade, tudo sana pela simplicidade de que é feita a expansão da consciência. Esta é a fórmula mágica para curar tudo o que esteja em desarmonia na senda de vida de cada um. A validação da gratidão efectua-se na assimilação e retransmissão ampliada daquilo que recebemos.
Lembremo-nos que o Universo se move pela gratidão e esta pode e deve ser aplicada a cada segundo da nossa vida, nos bons e nos menos bons, porque todas as nossas vivências são passos necessários do caminho.
O sentimento de gratidão é a balança que afere a compreensão de cada uma das nossas provas e o impulso que leva à ascensão.

Maria Adelina de Jesus Lopes
(http://ogrupo11.blogspot.pt/)

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terça-feira, 21 de abril de 2015

[saude] Conheça os benefícios de beber água em jejum

Chá de Salsa


Chá de Salsa – Benefícios e propriedades

A salsa – ou salsinha – é conhecida como um dos mais populares temperos a nível global. Responsável por dar mais sabor aos alimentos, a salsa cai bem em praticamente qualquer prato. O que nem todo mundo sabe é que, além de ser consumida como tempero, dela também pode ser feito um chá com grandes e importantes benefícios na saúde, em particular a nível renal e cardiovascular.
A salsa possui em sua constituição: óleo apiol (que a contraindica às gestantes), ferro, cálcio, cobre, fósforo, zinco, magnésio, sais minerais e as vitaminas A, B1, B2, C e D, pelo que, além de bom tempero, a salsa ajuda a desintoxicar do organismo e a favorecer um bom funcionamento cardiovascular controlando a pressão arterial e evitando a retenção de líquidos. Uma ótima opção de consumo é o chá de salsa, que é diurético, relaxante, digestivo, ajuda a melhorar infeções urinárias e a limpar os rins.
A saúde do rim é fundamental ao bem estar do organismo. Os rins são responsáveis por filtrarem uma média de 180 litros de sangue diariamente, seja, ajudam a eliminar pela urina substâncias prejudiciais à saúde. O chá de salsa favorece essa eliminação além de auxiliar ainda no tratamento de dores digestivas e azias; na regulação da menstruação, combate cólicas menstruais; no tratamento de artrite, artrose e gota e evita possíveis distúrbios cardíacos.

Como?

Por possuir fortes propriedades diuréticas, o chá de salsa é comumente indicado para infeções urinárias e problemas renais. Seu consumo regular é capaz de evitar que se formem cálculos ou pedras nos rins, além de eliminar o sal e ureia acumulada no organismo. Com o aumento de urina eliminada, a salsa também garante que bactérias e toxinas prejudiciais sejam expelidas, proporcionando uma espécie de “limpeza” no corpo.
Ainda, pela sua sua propriedade diurética, a salsa é uma grande aliada para quem deseja emagrecer com saúde. Com o aumento de líquidos a retenção é reduzida até tornar-se mínima, e como consequência o inchaço também diminui consideravelmente. Diminuindo-se o inchaço devido à retenção de líquidos, alguns quilinhos também irão embora naturalmente.

Como preparar e tomar o chá de salsa?

Lave e pique um ramo/maço de salsa/salsinha (50gr) e fervilhe-o em 1 litro de água por 10 minutos. Deixe esfriar, coe e reserve em garrafa térmica ou numa jarra que coloca na geladeira. Beba durante 7 a 10 dias a cada mês, de preferência em jejum, ao levantar. Deixe passar 20 minutos antes de comer ou beber qualquer outro elemento.
Outra forma de tomar o chá de salsa, é tomar 1 a 2 copos diariamente, em jejum, guardando 20 minutos antes de comer ou beber qualquer outro elemento.
Evite beber o chá de salsa para além da meia tarde - 17h -, pois suas propriedades diuréticas podem evitar que você tenha um sono profundo e ininterrupto.

Contraindicações

A mulher em período de gestação não deve tomar o chá de salsa, pois a salsa tem apiol, que estimula contrações uterinas e pode induzir o parto.




[SAÚDE/ALIMENTAÇÃO] Saber comer é pura informação

Saber comer é pura informação

"Não precisamos de tantos produtos alimentares, necessitamos é de maior diversidade alimentar. Essas centenas ou milhares de produtos que vemos nas prateleiras são provenientes de quatro ou cinco alimentos – cereais, lácteos, açúcares e gorduras – e da indústria de processamento" ...


Alimentos que nos chegam ao prato não foram feitos para comer, diz a médica Cristina Sales.


E se o seu organismo não reconhecer aquilo que você come como um alimento? Defende-se, inflama-se, fica doente. É o que fazem muitos dos produtos que levamos à boca. Cristina Sales, médica e especialista em alimentação, garante que na origem da maioria das doenças que afetam o homem do século xxi está no que comemos e no modo como o fazemos. É que os alimentos são veículos de comunicação: dizem às células como devem comportar-se.

Precisamos de mudar a forma como nos alimentamos?
É obrigatório que o façamos porque a alimentação que a população dos países ocidentais, incluindo Portugal, passou a fazer nos últimos cinquenta anos é o que está na origem da maior parte das doenças endócrinas, metabólicas, autoimunes, degenerativas e alérgicas. As novas epidemias devem-se sobretudo aos estilos de vida e à alimentação que fazemos desde o pós-guerra.

A alimentação é decisiva para a saúde e o bem-estar mas está a provocar doenças e a aumentar a mortalidade precoce?
A geração dos nossos filhos terá uma esperança de vida mais reduzida do que a nossa por causa dos estilos de vida e da alimentação. Primeiro, os produtos altamente processados pela indústria alimentar conduzem a uma desnutrição em nutrientes fundamentais e ingerimos uma grande quantidade de calorias vazias. Segundo, são muito diferentes dos alimentos originais e o organismo não sabe lidar com eles, não os reconhece como alimentos. Depois, há uma sobrecarga tóxica inerente à alimentação que provém dos agroquímicos (da produção), dos conservantes, corantes e adoçantes que são adicionados para preservar os produtos durante mais tempo e para os manter bonitinhos.

São alimentos para ver…

Os produtos que nos chegam ao prato foram feitos para vender e não para comer. Não têm nada que ver com os alimentos que ingerimos e que nos fizeram viver e sobreviver ao longo de milhões de anos. Esta mudança ocorreu tão depressa que o organismo não está adaptado para gerir, digerir e assimilar estes produtos, pelo contrário, vê-os como substâncias estranhas e reage, inflamando-se.


Como é que podemos livrar-nos dessa teia?
As escolhas alimentares são condicionadas pela publicidade, as pessoas não são ensinadas a escolher. Quem é que é ensinado a consumir maçãs ou laranjas? Ninguém. A informação que passa de forma subliminar através dos anúncios da TV e dos jornais é que se deve beber sumo de maçã e de laranja. Mas se alguém ler os rótulos das embalagens verifica que contém imenso açúcar, frutose, acidificantes, etc., e o que falta é a maçã e a laranja. É preciso informar, ensinar e consciencializar a população.


A atitude da indústria alimentar tem de mudar?
No global sim, mas também depende do que a indústria faz. A conservação de alimentos através da congelação, por exemplo, é perfeita. Os legumes congelados são uma ótima opção, por vezes mais económica, e chegam ao consumidor mais frescos e com mais nutrientes do que os que são mantidos durante cinco ou seis dias nas cadeias de distribuição. Já quando falamos de alimentos que têm de levar uma quantidade enorme de aditivos para serem consumidos – é o caso das carnes de muito má qualidade e dos aproveitamentos que se fazem dos restos dos mariscos – é diferente. Sempre que tivermos de dobrar a língua muitas vezes para conseguir ler o que está escrito nos rótulos é porque não é comida. Não compre. Será qualquer coisa que do ponto de vista nutricional, químico e metabólico está muito longe do alimento original.


Está a falar de alimentos que duram ad eternum?
Por exemplo. Como é que duram? Fizeram-se estudos com hambúrgueres e batatas fritas – uns feitos em casa, com carne picada, e batatas que foram descascadas, outros com produtos processados e embalados – e verificou-se que ao fim de trinta ou quarenta dias alguns hambúrgueres se mantinham iguaizinhos. Não se degradaram, ao contrário dos que foram feitos em casa, que estavam estragados três dias depois. Ora alguém acha que uma coisa daquelas pode ser comida?

Quando ingerimos produtos desse tipo como é que o organismo reage?
Defende-se e inflama-se ou agarra naquelas coisas que não considera importantes e arruma-as nos depósitos de lixo, que são as células gordas. Estas, além de serem o nosso reservatório de energia, são também o depósito de substâncias tóxicas que o organismo não metaboliza ou não utiliza para impedir que entrem nos circuitos mais nobres. Esta acumulação de lixo cria bloqueios bioquímicos e alterações metabólicas que impedem as células de trabalhar em condições. Hoje ninguém sabe que consequências é que isto tem para o cérebro e o sistema imunitário e para o bom trabalho hepático e digestivo. Os circuitos da toxicidade são cruzados – se uma pessoa come de vez em quando um gelado, um iogurte, umas bolachas ou um sumo que tem um determinado corante é uma coisa, mas se o faz com regularidade, ao fim de seis meses já ultrapassou as doses suportáveis e entra em sobrecarga tóxica.


E o que é que acontece?
Veja-se o ácido fosfórico, um aditivo que está presente em alimentos de consumo diário, como os cereais de pequeno-almoço e os refrigerantes. Quem ingere estes produtos todos os dias, além de ficar com o sistema acidificado e perder cálcio (uma compensação do organismo que depois predispõe à osteoporose), também fica numa excitação – o ácido fosfórico é um estimulante cerebral e é óbvio que uma criança que de manhã come um prato de cereais chega à escola e não para quieta. O ácido fosfórico altera o comportamento e em determinadas concentrações é neurotóxico.


Como é que os alimentos atuam no organismo?
Os alimentos servem para construir tecido, osso, órgãos, etc., e para nos darem energia, mas o que as ciências da nutrição têm vindo a mostrar é que os alimentos são essencialmente moduladores do comportamento celular – são informadores das células, dizem-lhes como devem funcionar. Imagine que tem um prato com uma determinada quantidade de proteínas (peixe ou carne) e outra de hidratos de carbono. Só a proporção entre a quantidade de carne e batatas ingeridas vai informar o organismo da necessidade de produzir uma hormona ou outra, neste caso insulina (que é a hormona do armazenamento) ou glucagon (a hormona do desarmazenamento).

Explique lá melhor…
Se comer mais proteínas do que hidratos de carbono vai produzir mais glucagon e induzir o metabolismo a ir buscar gordura acumulada para disponibilizar às células, ou seja, vai desarmazenar. Mas se comer mais arroz, massa ou batatas vai dar uma ordem em sentido contrário, vai dizer que é precisa mais insulina e vai acumular gordura.


Mas se as pessoas forem ativas podem queimar essa energia…
Isso é outra coisa, o que importa reter é que na proporção hidratos de carbono/proteínas a quantidade de açúcar que chega aos sensores do tubo digestivo aciona imediatamente uma ordem de libertação de glucagon ou de insulina. Se a indicação é libertar glucagon, o organismo vai usar a gordura acumulada, se a ordem for para libertar insulina, o organismo vai armazenar gordura. Isto é pura informação.


Quem quer perder peso tem de saber isso, certo?
Se a pessoa tiver consciência da informação que dá ao corpo tem muito mais capacidade para o modular. Outro exemplo. A leptina, a hormona que sinaliza o apetite, que depende sobretudo do ritmo solar. Ora, uma pessoa equilibrada, que durma de noite e trabalhe de dia, produz mais leptina de manhã (e tem apetite) e ao fim do dia produz menor quantidade (o apetite diminui). Se uma pessoa comer muito à noite estraga este equilíbrio e a certa altura está sempre com fome porque inutilizou os sensores da leptina. Nós somos mamíferos e de noite, quando dormimos, não precisamos de comer. O nosso corpo tem a sabedoria para sinalizar o apetite em função da hora do dia – comer muito à noite estraga essa sinalização, faz ter apetite a toda a hora.

A alimentação é bioquímica?
Os alimentos são veículos de comunicação. Se fizer uma refeição de gordura saturada – uma sopa com um chouriço e depois um cozido à portuguesa – dá um sinal à cárdia (esfíncter entre o estômago e o esófago) para alargar e é assim que ocorre o refluxo gastroesofágico e aparece a azia. A gordura saturada é um sinal que se dá à cárdia para se manter aberta. Se no dia seguinte a mesma pessoa só comer azeite ou gorduras de peixe não terá azia. Sabe porquê? É que o azeite ajuda a fechar a cárdia. Este é outro exemplo que ilustra a importância do conhecimento. Pessoas mais esclarecidas fazem escolhas mais acertadas.


A forma como nos alimentamos dita o comportamento das células?
Quando ingeridas, as gorduras saturadas e as gorduras ómega 6 (provenientes essencialmente dos animais e dos cereais, sobretudo da soja) são a estrutura a partir da qual as células fazem substâncias pró-inflamatórias. As gorduras ómega 3 – provenientes das algas e dos peixes – são as que permitem que as células produzam substâncias anti-inflamatórias. Se uma pessoa tem uma doença inflamatória (por exemplo, uma alergia, artrite ou doença autoimune) e come muita gordura saturada, esta vai funcionar como substrato para a fogueira e agravar o processo inflamatório da doença que já tem. Ao contrário, se a pessoa ingerir gorduras ómega 3, vai ser capaz de construir extintores de incêndio para que as suas células produzam anti-inflamatórios.


Há outros exemplos?
Se uma pessoa tem tendência depressiva porque não consegue produzir serotonina em quantidade suficiente, deve comer os alimentos que têm os aminoácidos precursores da serotonina – a carne de peru, por exemplo, é extremamente rica em triptofano, que é um precursor da serotonina. Se a pessoa souber isto, no outono, quando o tempo fica mais escuro, porque é que não há de comer mais carne de peru em vez de carne de vaca?


A alimentação e o processo digestivo podem agravar ou controlar certas doenças?
Sim, se uma pessoa tem uma predisposição genética para a diabetes, Alzheimer, etc., a doença só vai manifestar-se se o gene for ativado. Mas o que as pessoas precisam de saber é que os genes também podem ser desativados – é a modulação genética através da nutrigenética. Como? O que ativa ou suprime a expressão dos genes é a presença de determinados fitoquímicos, substâncias que também se encontram nos alimentos.


Podemos dizer que há alimentos anti-inflamatórios?
Claramente. Os que têm ómega 3 – sardinha, cavala e os peixes das águas frias do Norte. Algumas substâncias vegetais dos legumes (tomate), frutos (quivi) e especiarias (a curcuma, que confere a cor amarela ao caril) também têm efeito modulador de alguns genes pró-inflamatórios. Mas alimentos anti-inflamatórios devem ser consumidos, independentemente de se ter doença ou não. Hoje sabe-se que um cérebro com Alzheimer já está inflamado vinte anos antes da manifestação da doença. Todas as doenças degenerativas começam com processos inflamatórias, as autoimunes também. Não conhecemos é as causas.

Há substâncias que devem mesmo ser eliminadas da alimentação?
Os aditivos químicos. Falo das substâncias químicas que não são alimentos, que são usadas pela indústria alimentar e podem ser geradoras de inflamação em contacto com o organismo. A vida corrente não nos permite evitar todos os aditivos, mas se estivermos despertos para esta realidade teremos mais atenção, faremos escolhas mais saudáveis e ingerimos menores quantidades.


E as gorduras?
As gorduras ómegas 6, que se encontram nas margarinas e nos óleos e que são provenientes da soja, do milho e do amendoim, são claramente pró-inflamatórias. Precisamos de ómega 6 no organismo, mas em quantidades muito reduzidas. O problema é que a cadeia alimentar atual é geradora de uma alimentação extraordinariamente rica em ómega 6 e pobre em ómega 3. Basta pensar que, dantes, as galinhas e as vacas comiam erva, agora comem rações provenientes da soja; os peixes comiam algas, agora comem rações também com soja. Os produtos alimentares que usamos são essencialmente da linha produtora de ómega 6.


Nos supermercados temos centenas de alimentos à escolha. Precisamos de tanta coisa?
Não precisamos de tantos produtos alimentares, necessitamos é de maior diversidade alimentar. Essas centenas ou milhares de produtos que vemos nas prateleiras são provenientes de quatro ou cinco alimentos – cereais, lácteos, açúcares e gorduras – e da indústria de processamento. Se olharmos para a quantidade de legumes, frutos, oleaginosas e peixe que as pessoas comem no dia a dia verificamos que não há variedade alimentar, as pessoas comem quase sempre o mesmo. Já pensou na variedade de saladas que é possível fazer? Mas se perguntar a alguém qual é a que come diz-lhe alface e tomate.


No supermercado fazemos escolhas condicionadas pela publicidade e o marketing. Como podemos fugir a isso?
Só vai mudar com a informação dos cidadãos. Nos países do Norte da Europa, onde a população é muito mais esclarecida, não encontramos nos supermercados esta quantidade enorme de alimentos-lixo – basta verificar que o espaço ocupado por refrigerantes, cereais de pequeno-almoço e óleos alimentares é muito reduzido. Exatamente o oposto do que se passa em Portugal.


A crise económica e as dificuldades das famílias podem piorar ainda mais a alimentação dos portugueses?
Também pode acontecer o contrário. Numa altura em que todos sentimos uma necessidade absoluta de gerir muito bem os orçamentos familiares, devemos fazer listas de compras de forma racional. E antes de comprar certos produtos alimentares, é obrigatório perguntar: «Preciso mesmo disto? Vale a pena? Faz-me ficar mais forte, vital, inteligente? Tem mais nutrientes?» Ocasionalmente, podemos comprar os tais alimentos que não comportam nenhum valor acrescentado mas que agradam ao paladar, mas isso é num dia de festa.


De que produtos podemos e devemos mesmo prescindir quando vamos às compras?
Devemos tirar os refrigerantes, cereais com açúcar, pastelaria, óleos e margarinas – para cozinhar devemos usar o azeite, só azeite. Todos os refrigerantes são um estrago de dinheiro – as pessoas devem beber água. Os cereais com açúcar (os de pequeno-almoço e as bolachas) também são prescindíveis – devemos escolher cereais completos, integrais, que até são mais baratos. Compare-se o preço de uma caixa de cereais de pequeno-almoço com o de um pacote de flocos de aveia, que são altamente nutritivos. A aveia é muito mais barata e muito nutritiva.


Mas comprar carne magra e peixe gordo, frutos e hortaliças é muito mais dispendioso…
Mas há estratégias que podem ser implementadas. Uma é comprar carne de melhor qualidade e comer menos quantidade e menos vezes. É preferível comer carne três vezes por semana em vez de comer carne gorda todos os dias. Além disso, toda a gente ganha se fizer uma alimentação vegetariana dois dias da semana e em vez da carne comer, por exemplo, arroz de feijão ou grão-de-bico com massa. Se se acrescentar hortaliças, ervas aromáticas e azeite, podemos dizer que são refeições perfeitas. Menos carne, mas de melhor qualidade; mais peixe (incluindo cavala e sardinhas, frescas ou em conserva de azeite) e ovos (podem ser consumidos três ou quatro por semana) são opções a privilegiar.


Não retira massa, arroz ou batatas ao seu carrinho de compras?
Não, mas reduzo as quantidades ingeridas. No prato devemos ter pequenas porções de massa, arroz ou batatas e maior quantidade de hortaliças, legumes e leguminosas.


Fala-se muito na responsabilidade social da indústria farmacêutica, que ganha dinheiro à custa do tratamento dos doentes. E quanto à responsabilidade social da indústria alimentar, que ganha dinheiro atirando-nos para a doença?
A indústria alimentar está a fazer maus alimentos, mas a verdade é que as pessoas só compram o que querem. Sei que quanto menor é a informação maior é a permeabilidade ao marketing, mas o caminho também se faz através da informação dos cidadãos e da sua responsabilização. Custa-me imenso ver nas caixas de supermercado que as pessoas aparentemente mais pobres também são as que levam os carrinhos repletos de produtos inúteis e nefastos para a sua saúde. É preciso repensar a política alimentar e inovar.


QUEM É CRISTINA SALES E O QUE É A MEDICINA FUNCIONAL INTEGRATIVA?
A medicina que Cristina Sales exerce dá pelo nome de medicina funcional integrativa – reúne diferentes disciplinas, profissionais e recursos terapêuticos, é centrada na pessoa e procura entender onde estão os desequilíbrios que desencadeiam a doença. Para uns, trata-se de uma abordagem vanguardista, mais adaptada aos pacientes, ao tratamento e controlo das chamadas doenças da civilização. Para outros, a prática médica de Cristina Sales ainda gera alguma desconfiança. Quem não receia são os doentes que a procuram – sobretudo pessoas que vivem com doenças crónicas (alergias, enxaquecas, fadiga crónica, doenças inflamatórias, endócrinas, metabólicas e autoimunes) e que não encontraram resposta satisfatória para os problemas que as afetam. Uma consulta com a médica do Porto dura uma hora e não se marca de um dia para o outro. Porque os pacientes já são muitos e porque as palestras e conferências em que Cristina Sales é oradora convidada também são frequentes.


​nota pessoal - felizmente, passados 30 anos de atividade começo a ouvir outros profissionais a falar sobre o que ​a Escola de Saúde de Marchesseau ensina desde 1933 e que poucos entendem, ouvem e pôem em prática.
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O SOL da Vida abençoa-te a cada dia.
Que nunca O percas do jeito que O procuras e Que O recebas na Capacidade do Teu Cálice.
Confia como se tudo dependa d'ELE, mas age como se tudo dependa de ti,
EU SOU

domingo, 5 de abril de 2015

[saude] - Alimentos para reativar sua glândula pineal: Nutrição para o olho da mente

Alimentos para reativar sua glândula pineal: Nutrição para o olho da mente

(http://verdademundial.com.br/2014/08/alimentos-para-reativar-sua-glandula-pineal-nutricao-para-o-olho-da-mente/)

​NOTA:
Para cuidar da sua glândula pineal, para além das recomendações expressas no artigo, considere excluir o uso de refrigerantes e de adoçantes - por razão dos edulcorantes -, sobretudo coca/pepsi-cola e ainda o uso de carnes, particularmente das vermelhas.

Para estimular a glândula pineal, vibre 3/5/7x no mínimo 1xdia o som iiiiiiiiii...
​, pelo tempo da sua expiração,​
sentindo a sua ressonância no cérebro/cabeça desde o seu ponto central.​

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O SOL da Vida abençoa-te a cada dia.
Que nunca O percas do jeito que O procuras e Que O recebas na Capacidade do Teu Cálice.
Confia como se tudo dependa d'ELE, mas age como se tudo dependa de ti,
EU SOU
"mesmo quando tudo corre bem, não devemos deixar de lutar pela "nossa" Saúde, Bem estar e Qualidade de vida. Estes três fatores são demais importantes para os deixarmos à responsabilidade exclusiva de profissionais. Para além de cuidar do "seu" Corpo Físico, Mental, Psíquico e Espiritual, cuide também do "seu" CORPO de LUZ." - informe-se

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

nutrientes úteis para prevenir a degeneração da mácula



O que é a mácula?
Todos sabemos que o olho tem a forma de uma bola que apresenta à frente, exteriormente, e habitualmente ao centro, um pequeno círculo escuro, a pupila. A pupila é a abertura que permite a entrada de luz no olho. Mesmo por detrás da pupila está uma lente que foca a luz na retina situada na parte detrás dessa bola, do olho. A retina consiste num tecido delicado que converte a luz em imagens, e envia-as para o cérebro. A mácula é uma pequena área ao centro da retina.
É a mácula que é responsável pelo que vemos, permitindo-nos a visão física, ver os pequenos detalhes em atividades correntes como ler e escrever, ou mesmo a capacidade em ver as cores.
O que é a degeneração da mácula?
Por vezes as células delicadas da mácula "estragam-se" e deixam de trabalhar.
Ainda que existam variados fatores que podem causar a degeneração macular, esta está habitualmente relacionada à idade, quando essa pequena área da retina começa a deteriorar-se, levando a alterações da visão, mesmo à incapacidade severa da visão.
A degeneração macular não é dolorosa e desenvolve-se de forma lenta, muitas vezes leva anos, particularmente a "seca", e nem sempre envolve os dois olhos, o que dificulta mais a deteção da doença, já que o olho que ainda está são compensa a perda de visão do olho afetado.
A degeneração macular é mais comum em populações com idades superiores a 60 anos, mas raramente conduz à cegueira total porque só afeta a visão central. A maioria dos indivíduos continua a possuir a visão periférica, que lhe irá permitir a sua independência. Esta "boa notícia" acaba sendo muito ruim por razão da capacidade de adaptação do ser humano às deficiências degenerativas, até ao dia que já nada se pode fazer sob o ponto de vista clínico.
O recurso a um especialista é indispensável, sendo recomendável fazê-lo o mais cedo possível, desde os primeiros sintomas de alteração da visão.
Uma boa higiene de vida é conveniente!
Para uma boa qualidade de vida é conveniente, necessário e indispensável, assim que surgem os primeiros sintomas, recorrer ao médico de família ou a um especialista de olhos para observação, análise e ponderação do que fazer quanto ao que melhor se adapte às necessidades específicas do caso. Em toda a circunstância, uma boa higiene vital é sempre conveniente, nomeadamente no uso de nutrientes que podem ajudar a fortalecer a visão, prevenir a degeneração macular, e mesmo auxiliar a recuperação de qualquer ato terapêutico invasivo.
Quatro nutrientes que podem fortalecer a visão e prevenir a degeneração macular:
1 - Beta-caroteno: composto lipossolúvel presente em alimentos de cor laranja avermelhada e verde escuro, tais como a cenoura, batata doce, abóbora, damasco, espinafre e pimentão. O beta-caroteno é um antioxidantes que se mostra eficaz em diminuir o risco de desenvolvimento da degeneração macular, bem como em fortalecer a visão.

2 - Luteína: este antioxidante está presente em elevada concentração nos olhos, onde desempenha um papel essencial na manutenção da saúde ocular ideal. À medida que se envelhece, as reservas de luteína diminuem, tornando-se necessário um reforço nutricional para ajudar a combater os possíveis problemas oculares relacionadas à idade.
Encontramos este nutriente na gema ovo (quanto mais laranja for a gema de ovo, maior será a quantidade de luteína), nas frutas e legumes amarelo alaranjados e nos vegetais verde-escuros (abacate, couve, espinafre, acelga, rama de nabo, abóbora, alface, brócolos, cenoura, alcachofra, tomate maduro cozinhado, milho, tangerina, laranja, couve-de-bruxelas).

3 - Zeaxantina: este fitoquímico promove uma visão saudável e inibe a deterioração da retina. Acompanha frequentemente o seu parceiro, a luteína, pelo que a encontramos nas mesmas verduras de folhas escuras em que se encontra a luteína, bem assim como na abobrinha, ervilhas, cebola branca, feijão, pimentão verde, manjericão, paprica e quiabo.

4 - Vitamina C: A vitamina C está na laranja, kiwi e morangos e é conhecida por sua capacidade de melhorar a imunidade. Proporcionando uma grande quantidade de antioxidantes, a vitamina C pode também prevenir a degeneração macular.

5 - outros alimentos úteis à prevenção da degeneração da mácula: alho, sementes de girassol, peixes ricos em ómega3 (sardinha).